“O futebol brasileiro na Bolsa de Valores?”

“Os clubes brasileiros com maior faturamento e poder de mercado teriam condições de lançar ações na Bolsa de Valores, se houvesse essa intenção? Em adição: é necessária uma nova legislação para viabilizar esse tipo de negócio?” Essas duas perguntas são os problemas apresentados no artigo “O futebol brasileiro na Bolsa de Valores?” de autoria do Prof. Dr. Marcelo Weishaupt Proni (Livre Docente em Economia pela UNICAMP) e João Pedro Marchiore Libanio (bacharel em Economia, pela mesma universidade).

Os autores demonstram como se consolidou na Europa a lógica mercantil a partir do lançamento de ações nas bolsas de valores, merecendo destaque o Dow Jones Stoxx Europe Football Index (você sabia que existe um índice que leva em conta a cotação dos clubes de futebol europeus?...)

Governança corporativa e as condições para ingresso na bolsa de valores são tratados de modo claro e direito. A partir disso, demonstram as dificuldades dos clubes brasileiros para o ingresso no mercado e contam os bastidores de algumas tentativas frustradas de alguns clubes e outras alternativas pensadas como forma de captação de recursos de terceiros como forma de financiamento de suas atividades, mesmo enquanto estruturados como associações. Ao final, comentam a publicação da Lei nº 13.155/15 – que criou o PROFUT – e o Projeto de Lei nº 5.082/16, que pretende criar a Sociedade Anônima do Futebol.

Ao final, respondem às duas perguntas do começo deste post, de modo muito interessante.

Vale a pena conferir. Disponível na seção Artigos e no link file:///D:/users/fa075165/Downloads/TD274%20(1).pdf


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